Quarta-feira, 8 de Fevereiro de 2006

Afinal, o petróleo da Guiné-Bissau já está prestes a jorrar!


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A Semana / afrol News, 8 de Junio - El anuncio oficial de la apertura de nuevos pozos de exploración de petróleo en las aguas de Bijagós y la isla de Bolama ha sido aplazado por petición del Presidente de Guinea Bissau, Henrique Pereira Rosa, para que esto no interfiera en la campaña para las elecciones presidenciales, cuya primera vuelta se celebrará el 19 de junio, según ha declarado en Lisboa un diplomático guineano a 'A Semana'.

Con la condición de mantener la confidencialidad, uno de los participantes en los contactos con la empresa petrolífera Maurel & Prom, de la capital francesa, declaró que el elevado número de candidaturas para las elecciones presidenciales en Guinea Bissau se debe precisamente al descubrimiento de petróleo por los anglo-americanos de Premier Oil West Africa.

Maurel & Prom ya invirtió más de dos millones de dólares en los derechos de exploración de uno de los bloques, intentando así competir con los norteamericanos y británicos que están interesados en el petróleo de Guinea Bissau, que podría repercutir en la situación de extrema pobreza en la que vive el país desde que obtuviese su independencia de Portugal, en 1974.

Según se dijo durante los contactos mantenidos la semana pasada en París, en los cuales participó el cónsul honorario de Guinea Bissau, Claude Cohen, Maurel había desplazado al país tres lanchas rápidas y una avioneta, por acuerdos con personas como el anterior primer ministro Artur Sanha y Hélder Proença, uno de los partidarios de la candidatura de Nino Vieira a la Presidencia de la República.

El grupo de amigos de Cohen y del agregado comercial guineano en París, Nelson Semedo, hicieron saber que sus simpatías se dirigen al anterior Presidente interino Malan Bacai Sanhá, ahora candidato del PAIGC, y a los anteriores primeros ministros Francisco José Fadul y Faustino Imbali.


Por Jorge Heitor

O grande potencial petrolífero guineense
2005-05-22

Existe hoje em dia um grande potencial para a indústria petrolífera na Guiné-Bissau, pois que para além das velhas jazidas do Norte, na área das fronteiras tanto marítimas como terrestres com o Senegal, apareceram nos últimos anos potencialidades mais a sul, as quais estão a ser devidamente estudadas pela empresa britânica Premier Oil, na qual a norte-americana Amerada Hesse tem 25 por cento do capital.
O offshore guineense está profundamente sub-aproveitado, ainda poucas pessoas tendo ouvido falar dos blocos que a empresa nacional de combustíveis, a Petroguin, abriu à licitação de interesses internacionais, como os da Premier, que desde há dois meses é presidida por Simon Lockett, de 40 anos: áreas com milhares de km2, com nomes tais como Sinapa e Esperança. E cujas terras mais próximas são o arquipélago das Bijagós e a ilha de Bolama.
O poço Sinapa-2 começou a ser perfurado há um ano e foi até uma profundidade de 3.657 metros, tendo despertado o interesse de muitos políticos guineenses, pois que se poderá tratar de uma nova fonte de rendimentos para o país, até gora a viver sobretudo da agricultura e da pesca. 23 de Maio 2005

por Jorge Heitor, blog do próprio - http://www.blog.comunidades.net/heitor/index.php?op=arquivo&pagina=8&mmes=05&anon=2005


publicado por jambros às 12:55
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