Sábado, 9 de Setembro de 2006

A última Imagem da Guiné: Hospitalidade e Corrupção

Guine_Bibliografia_Campanha_1965_1967.jpg
por: Manuel Domingues, In "Histórias de uma Guerra" (Relatos e Memórias dos Intervenientes), Edição do autor (com foto na capa), 2003, pp. 74-81.

A segunda oportunidade de deslocação à Guiné ocorre em 1981 e foi muito curta. Apenas uma rápida vista de olhos por Bissau, em ambiente descontraído e afável, ficando com a ideia de que o tempo tinha voltado para trás em relação a 1967, quando se observava a vida económica e social.

Até que finalmente em 1996 resolvi fazer uma viagem de saudade visitando os locais onde tinha decorrido a actividade do BCaç 1856.

Logo que desembarcado no aeroporto de Bissau, como turista, o movimento e a anarquia contrariavam tudo o que anteriormente retinha daquelas paragens. Centenas de pessoas no interior e exterior da aerogare acotovelando-se como mosquitos à noite procurando a luz dos candeeiros. Lá consigo romper e quando deixei aquele aperto sinto que a mala da máquina fotográfica estava mais leve. O aparelho tinha desaparecido. É a primeira constatação de que Bissau estava diferente. Nem em 1982, e muito menos antes da independência, a cidade era propícia a roubos.

Do ponto de vista físico a cidade mudou bastante. Ressalta o Bairro de Belém, bem como o Banco Internacional da Guiné-Bissau, construídos ainda pelos portugueses. Ao nível das instalações militares umas foram desactivadas, como a antiga messe de oficiais de Sta Luzia, agora transformada no Hotel 24 de Setembro, o Hospital Militar 241 praticamente em ruínas, e outras adaptadas, como o Quartel da Amura em que parte fora transformado em Museu e na outra instalado o Estado-maior. Nos edifícios civis a Casa Governo foi transformada nos Armazéns do Povo. Os edifícios que albergavam serviços da Administração, como o antigo Palácio do Governador, continuavam desempenhar funções semelhantes, embora com designações diferentes. Por outro lado das avultadas importâncias doadas pela cooperação restavam algumas construções modernas que contrastavam com o equilíbrio dos edifícios coloniais. Mas as mudanças mais profundas reflectiam-se no aspecto demográfico: a região de Bissau viu a sua população passar de 100.000 para 500.000 habitantes. A língua portuguesa foi secundarizada pelo crioulo e o francês, que era frequentemente ouvido nas ruas, reflectindo um cosmopolitismo inexistente nos tempos coloniais. O desenvolvimento do comércio ambulante foi exponencial com o mercado de Bandim a chamar a si mais de 70% da actividade comercial da Guiné. A falta de infrastruturas bem como do abastecimento regular de água e electricidade, e a inexistência de um sistema de recolha de lixos faziam de cada rua uma lixeira, onde chafurdavam porcos e jagudis (abutres), considerados os almeidas da Guiné. A população local continuava afável mas a convivência já era influenciada por estrangeiros, onde predominavam os senegaleses de Casamance, responsáveis pela maior parte dos roubos na cidade e que representavam um incómodo foco de instabilidade tolerado pelo Governo e odiado por grande parte da população. A delinquência era o resultado desta mistura a que se juntava a ausência de autoridade e controlo. O baixíssimo padrão de qualidade de vida estimulava a corrupção entre os agentes da autoridade e da classe política que se acusavam mutuamente. O regime assumia um cariz fortemente autoritário, na prática ditatorial, que a comunidade internacional pretendia democratizar para continuar com as dádivas, que eram desbaratadas ou desviadas dos seus fins pelos membros influentes do novo País. Estas são algumas das marcas mais salientes deste novo país, que continua na lista dos dez mais pobres do Mundo.

Na peregrinação que me propus fazer parti de Bissau, em jeep, por estrada alcatroada em direcção a Bafatá, passando por Nhacra, onde ainda se encontrava um posto emissor de rádio. Ao longo do caminho fui constatando que a vida nas aldeias continuava de forma idêntica assentando na agricultura de sobrevivência e nas pequenas trocas comerciais, agora mais monetárias. Constatei a novidade da difusão de cajueiros, que aliás justificavam o facto de a castanha de caju ter passado a adquirir importância de relevo nas exportações do novo país. Era igualmente visível o elevado número de militares, quer agrupados em postos de controlo, quer presentes nas povoações. Em Bafatá espera-me uma desilusão. De 2a maior cidade da Guiné, com grande actividade, resta uma urbe meio adormecida, com edifícios envelhecidos e degradados e com actividade comercial menos intensa do que na altura da nossa Comissão. Apenas alguns edifícios novos construídos, como sempre, por Organizações Não Governamentais, ONG, ligadas à cooperação internacional, indicam que algo pode estar a dinamizar a Região. Dispõe no entanto de telecomunicações, com algumas cabines telefónicas públicas a funcionar. O que é raro na Guiné!
Outra constatação que se impõe é de facto a presença das ONG, patente desde Bissau ao Gabú, e que constitui o balão de oxigénio de uma economia sem condições de sobrevivência.

Dizia-se em Bissau que o território da R. da Guiné-Bissau não chegaria para estender todas as notas recebidas da ajuda internacional. No entanto os destinatários dessas vultuosas quantias não eram necessariamente os guineenses em geral, mas apenas alguns privilegiados e poderosos.

Prossigo a caminhada para Nova Lamego, agora baptizada de novo como Gabú, onde o Comando e CCS do BCaç 1856 estiveram instalados durante cerca de 11 meses, de Maio de 1966 ate Abril de 1967.

À entrada do Gabú deparo-me com um quartel moderno que foi construído ainda pelos portugueses para substituir as instalações onde esteve o BCaç 1856 e a partir dai, durante cerca de 5 Kms, regista-se um movimento de peões e viaturas que me surpreende.

Finalmente Nova Lamego! Basicamente a sua estrutura regular mantém-se sendo apenas alterada por um cruzamento de estradas mais alargado que cortam a cidade no sentido N-S e O-E, transformando-a num centro vital, para as ligações internacionais com o Senegal e a Guiné Conakry. Com uma vida movimentada pela sua situação e pela abertura comercial aos países vizinhos transformou se na 2a cidade da Guine e viu a sua população aumentar oito vezes, desde a independência. Os quarteirões outrora isolados para albergarem o quartel, estão agora ocupados por casas comerciais As ruas apinhadas de gente e comércio ambulante, transmitem uma imagem de prosperidade. Junto à antiga administração, onde esteve alojada a CCaç 1416, antes de ser colocada em Madina do Boé, surgem edifícios novos e um conjunto turístico, que explora a caça e organiza excursões e safaris em toda a zona leste. Passo algumas horas a visitar os locais mais familiares nos tempos da nossa Comissão, desde as instalações do quartel, como disse agora ao serviço do comércio, ao c Clube, ainda em plena laboração, o aeroporto e o Posto Veterinário objecto de melhorias visíveis e finalmente no cemitério onde verifiquei, comovido, a manutenção das placas que ali deixamos, acrescidas das colocadas pelos que nos sucederam, demonstrando respeito pelos mortos, independentemente da sua origem.

No regresso resolvi parar em Contubuel, onde me estavam reservadas algumas surpresas.

Como nos velhos tempos a entrada de uma viatura numa povoação importante é recebida por grupos de crianças que com o seu espírito arguto c irrequieto provocam uma algazarra e se prontificam a invadir o Toyota com o objectivo de me conduzirem aos Homens Grandes da povoação. No calor do meio da tarde estavam os notáveis, com ar nobre e calmo próprio dos mandingas e fulas, em amena conversa à sombra de enormes e eternos mangueiros, local que numa povoação com a importância religiosa e cultural de Contubuel assume o estatuto de sagrado.

Imobilizada a viatura, vejo um dos dignitários, com o seu traje branco imaculado dirigir-se me e exclamar afavelmente " Alfero Domingo!!!". Incrédulo pergunto-lhe se me conhece e explica-me que era empregado na loja do libanês no Gabú, que ainda existia no tempo do BCaç 1856. Reavivada a minha memória conduz-me ao chefe religioso da Tabanca, em cujo séquito se integra, e faz as apresentações e traduções. Pede desculpa pelo seu fraco português, que ultimamente tem praticado pouco.

O chefe manda chamar um mais jovem com cerca de 40 anos que falava correctamente o português e através dele pretende obter informações sobre o meu trabalho em Portugal e o que me levou à Guiné e mais especialmente a Contubuel. Um pouco constrangido peço-lhe para transmitir que o que me traz à Guiné é uma romagem de saudade, como antigo expedicionário e constatar como as gentes do Gabú encaram o futuro do novo País. Refiro-lhe que tenho algum receio de ferir susceptibilidades pelo facto de ter militado do lado contrário.

À medida que vai traduzindo as minhas palavras, o rosto severo e altivo do Chefe vai -se abrindo e numa gargalhada discreta transmite me que os meus receios são infundados. O passado está enterrado e os portugueses continuam a ser bem vindos, existindo várias missões portuguesas de cooperação na região. O próprio intérprete refere que foi soldado do exército português e motorista do último comandante militar português no Gabú, não tendo sido objecto de qualquer descriminação após a independência.

A partir daqui a conversa decorreu, pelo menos do meu lado, de uma forma aberta, tendo-me sido referido que se sentiam abandonados pelo poder centralizado em Bissau. Os medicamentos e os livros que no tempo dos portugueses apetrechavam as escolas e o posto médico, agora escasseavam porque era tudo retido em Bissau e distribuído em maior quantidade sobretudo para os Balantas e outros que tinham combatido os portugueses. Mesmo as dádivas da cooperação, por exemplo em alfaias agrícolas e adubos, raramente chegavam a Contubuel, que continuava a ser um importante centro de influência islâmica, e a maior tabanca da Guiné, e por isso mesmo discriminada pelos políticos de Bissau. A independência inicialmente trouxe à sua população grandes melhorias, mas com o decorrer do tempo tudo vai faltando e os chefes das tabancas têm grande dificuldade em conter a impaciência das populações que viram a sua vida afectada também pelo regresso de muitos elementos que tinham abandonado a região há bastantes anos e que agora vinham reclamar as áreas de cultura e gado de outrora.

Explico a grande admiração que sentia pelo trabalho e atenção que os mandingas e os fulas dedicavam às crianças referindo a memória que guardava de algumas aulas a que assisti ao fim da tarde onde os mais velhos transmitiam os ensinamentos da vida e do Alcorão e que era uma das razões que me trazia especificamente a Contubuel.

Como em Portugal me mantinha informado sobre os problemas da Guiné trazia comigo algum material, como lápis, cadernos, jogos, brinquedos e livros infantis e algumas guloseimas, que gostaria de lhes deixar para depois distribuírem pelas crianças.

O ancião calou-se. Ficou pensativo por uns momentos e falou a meia voz com os seus pares. Com um ar resoluto e solene ordenou ao intérprete que chamasse as crianças para junto dele.

As crianças que, após a exploração da novidade tinham desaparecido, reaparecem, como por encanto, em número superior a uma trintena, com uma atitude de respeito e de curiosidade. O chefe vira se para mim e num crioulo estendível pede-me para eu próprio entregar as prendas às crianças.

Começo a fazer contas de cabeça e dou graças ao bom senso do meu colega da carga da TAP que quando lhe pedi um caixote de brinquedos e objectos escolares existentes a bordo para as crianças, ao saber que era para a Guiné me disse que sabia que estas crianças tinham falta de tudo e por isso mandava 60 quilos no porão com a indicação de mós entregarem à chegada a Bissau.

Foi uma cena que ficará para sempre na minha memória. As crianças mandingas com os olhos muito vivos e arregalados começaram por mexer nas miniaturas dos aviões, com gestos receosos, mas rapidamente enveredaram pelo ensaio de cores e a feitura de garatujadas na palma da mão com os lápis de cor e marcadores, num alarido e contentamento que contagiava o mais circunspecto. Isto tudo decorria debaixo do olhar protector e embevecido d Homens Grandes!

Falo mais um pouco com o Chefe, e, juntamente com o ex-empregado tiramos umas fotografias. Com a promessa de " até um dia" preparo-me para arrancar já que a noite vai cair e o desconhecimento da estrada provoca n alguns receios. Além disso tinham-me advertido que a passagem dos vários postos de controlo durante a noite é problemática, pela completa arbitrariedade da actuação dos militares, derivada do esquema de corrupção e estado (embriaguez em que geralmente se encontram ao fim do dia. Ao transmitir estes receios ao interprete este pede ao chefe se o deixa acompanhar-me até Bissau porque aproveitava para visitar uns familiares, regressando dois dias depois.

Assim foi. A sua presença acabou por constituir o meu salvo-conduto Combinamos que eu nunca deveria sair do jeep quando fossemos abordados ou mandados parar. Ele é que falaria sempre, até porque muito poucos militares entendiam, e muito menos falavam, português.
Alguns quilómetros à frente, logo a entrada de Bafatá, ainda no lusco-fusco deparámos com um aparato em que meia dúzia de militares, com ar desleixado estavam como plantados no meio do asfalto com 2 metralhadoras apontadas; ao eixo da via, e sem qualquer referenciação. Impedem a passagem a todos r veículos.

O intérprete diz-me que os conhece e que vai falar com eles. Ao fim de l longos minutos entra no jeep e lá continuamos, rumo a Nhacra, passando pó Bambadinca que contornamos.

A noite caía! A condução torna-se perigosa devido ao elevado número d ciclistas sem qualquer luz de presença e de peões que regressam dos trabalho do campo.

As povoações à borda da estrada estão envolvidas na mais absoluta: escuridão. Apenas um ou outro candeeiro a petróleo de alguma mercearia anuncia presença humana. Como é grande a diferença entre o dia e a noite nestas paragens!

Entretanto o meu acompanhante vai-me explicando como devemos actua1 no próximo posto de controlo fixo na estrada de Mansoa a Nhacra. Pergunta me se tenho cigarros ou whisky no carro ao que respondo afirmativamente pois tinha-me prevenido com alguns maços de Marlboro e frascos de whisky comprados a bordo e que continuavam no porta-bagagens. Digo-lhe que trago o passaporte comigo mas adverte-me que em caso algum devo referir ou mostrar tal documento, mas que me preparasse para ter de pagar alguns dólares ou escudos. O montante tinha que ser avaliado na altura.

Eram cerca das 19 horas e, entrados na estrada de Mansoa – Bissau, deparamo-nos com um posto de controlo que já tinha passado de manhã, quando me deslocava no sentido inverso, sem qualquer problema. Uma guarita iluminada por um petromax deixava adivinhar os contornos de uma barreira que cortava 2/3 da faixa de rodagem e lá dentro viam-se três militares enquanto outros, no exterior, eram detectáveis através de sombras disformes resultantes da luz do candeeiro. Paro o carro quase encostado à guarita e o meu companheiro de viagem sai prontamente dirigindo-se ao interior da mesma onde mantém um aceso diálogo com um dos elementos. Passado algum tempo vem ter comigo e diz-me que estamos com azar. O capitão, responsável pelo posto de controlo, foi a Bissau e só deve voltar lá para as 22 horas. Por outro lado como existe recolher obrigatório na zona circundante de Bissau e eu era estrangeiro só ele é que pode autorizar a continuação da viagem.

- E agora? Pergunto eu.

- Tenho que conversar com ele e ver qual a melhor maneira de o convencer, reponde-me ele, acrescentando: O medo dele é que o capitão regresse antes da? 22 Horas e se cruze connosco. Vai logo perguntar quem é que autorizou a nossa passagem e além disso tem outro controlo junto ao aeroporto que só não levantará problemas se tivermos autorização deste posto de Nhacra. O meu alferes vai ter que entrar com pelo menos 10 dólares para cada um dos três responsáveis.

- Tome 50 dólares, leve um volume de Marlboro e veja se consegue que nos garantam a entrada em Bissau sem mais problemas, disse eu já ansioso e preocupado seriamente com a situação.

O guia levou os dólares e deixou o tabaco. Passados quase 30 minutos lá apareceu com a solução. Trazia na mão uma folha de papel de bloco quadriculado, escrita, para entregar no posto de controlo de Bissalanca com a indicação de que disséssemos que vínhamos de Safim e fomos dar a Nhacra porque nos enganamos no caminho.

Devia entregar o volume de Marlboro ao elemento que estivesse de serviço
dizendo que era uma prenda do 2° comandante do posto de Nhacra. Se
encontrássemos alguma patrulha da Polícia teríamos de contar a mesma
história e dizer para contactar o capitão do posto de Nhacra. Convinha chegar
a Bissau o mais depressa possível, para evitar a possibilidade de um encontro
com o capitão.

Quando cerca das 21 horas arrumei o jeep no Hotel 24 de Setembro, e debaixo do chuveiro, comecei a rever o que me unha acontecido naquele dia c Fevereiro de 1996. Apercebi-me da triste realidade daquele País: de um lado uma população afável que continuava a receber os portugueses de braços abertos e a viver com enormes dificuldades; do outro, um esquema autoritário e corrupto, que transmitia um clima de intimidação com total ausência d regras, desviando para proveito próprio e manutenção do poder, as enorme somas que a ajuda internacional canalizava para supostamente apoiar desenvolvimento daquele País miserável.

Tive que dar razão ao Chefe de Contubuel que desconfiava dos políticos instalados em Bissau e de pensar que aquele povo merecia bem melhor.

publicado por jambros às 20:42
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4 comentários:
De beiramar a 11 de Setembro de 2006 às 10:14
Para mim, esta descrição da guiné-Bissau, é (foi realmente o dia a dia, de no mesmo ano, só que em Julho, me ter acontecido a mim)a forma negativa de mostrar o Povo da Guiné. Que é uma realidade, quer se queira quer não se queira, tudo isto que descreve é evidente descarado... que vem até aos dias de hoje (2006).

...A policia continua com os controis internos de Bissau e ao longo das estradas do interior, se não se der no minimo 5.000 cfa, ou não passa, ou espera 1, 2 ou mais horas, mesmo tendo todos os documentos em ordem.
...os militares idem asparas, e vão mesmo até junto ás diversas pessoas (se estrangeiros melhor) com as suas fardas , algumas bem sujas, pedir dinheiro, muitos deles oficiais superiores, outros oficiais generais...
...no hospital Simão Mendes, a desgraça do Povo de Bissau e Nacional, continua.
Desde a cobrarem dinheiro, por consultas gratis diz o governo, ás crianças e idosos, cobrarem dinheiro, pelas análises ao sangue , a alguns(10.000 cfas), a outros (5.000). Sabe-se que parte deste dinheiro entra numa "caixa" a dristribuir no final do mês, pelos responsaveis do sector.
Mas há mais tristes noticias deste hospital...



De Avelino a 24 de Julho de 2012 às 17:15
Esta descrição da Guiné Bissau feita em 1966 é ficção com toda a certeza, vivi em Bissau entre 1988 e Março de 1996, conhecendo a realidade pergunto. Que recolher obrigatório? Em 1988 no conflito de acordo agora como é relatado é falso.


De detectives privados portugal a 29 de Novembro de 2011 às 02:01
bom dia very thx!! agradou-me ler este post é excelente, considere me membro a 100 do site... cumpx


De Adriel Batista Correia de Melo a 26 de Janeiro de 2014 às 02:29
Maceió,25/01/14

Senhores.


Este país é tão pequenino e pobre que deveria ser anexado a República da Guiné.

Adriel Batista Correia de Melo


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